ALPHA NEWS

12 abril 2017 - 18:40
Delatores afirmam que Marconi Perillo recebeu R$ 8 milhões

Depois que os nomes de políticos citados nas delações da Odebrecht foram publicados pelo jornal O Estado de São Paulo, começaram a ser divulgadas informações sobre os supostos crimes. No caso do governador Marconi Perillo, as delações apontam que ele teria recebido R$ 8 milhões da Odebrecht em caixa dois para as campanhas eleitorais de 2010 e 2014 e o dinheiro teria sido negociado em troca de favorecimento em projetos na área de saneamento básico do estado. O nome de Marconi foi citado por quatro ex-executivos da empreiteira. Todos os episódios relatados e quem envolvem o nome de Marconi foram enviados pelo ministro Edson Fachin ao STJ, que tem competência para julgar governadores.

12 abril 2017 - 16:40
Goiás registra mais de 2 mil fraudes no seguro-desemprego

Mais de duas mil fraudes envolvendo pedidos de seguro-desemprego em Goiás foram detectadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego. As fraudes foram descobertas através de um novo sistema de controle de dados implantado em agosto do ano passado. Goiás é o quarto estado do país com o maior número de fraudes. Processos de averiguação de fraudes estão sendo abertos mensalmente em Goiás. Em alguns casos, dados de trabalhadores são utilizados por terceiros para o recebimento do benefício. Em todo o país foram contabilizadas 21,3 mil fraudes, sendo cerca de 10% em Goiás.

12 abril 2017 - 15:20
Senado aparece em peso nas delações

Um terço do Senado brasileiro foi citado nas delações premiadas da Odebrecht. Aécio Neves, presidente do PSDB, e Romero Jucá, presidente do PMDB, são dois nomes de peso que aparecem nas delações e são alvos dos maiores números de inquéritos. Cinco inquéritos cada um. Renan Calheiros, ex-presidente do Senado, é alvo de quatro inquéritos. Dois pedidos de abertura de inquéritos citam o nome do presidente Michel Temer, mas ele tem imunidade temporária porque ele não ão pode ser investigado por crimes que não aconteceram no exercício do mandato. Cinco ex-presidentes também tiveram os nomes citados nas delações da Odebrecht: Fernando Color, José Sarney, Lula, Dilma Roussef e FHC.

12 abril 2017 - 13:00
Sete políticos goianos aparecem em delações

Ao todo sete políticos goianos aparecem na lista de indícios de corrupção apontados pelos delatores da Odebrecht na Operação Lava Jato. Um deles é o governador Marconi Perillo. Os demais são o prefeito de Goiânia, Iris Rezende; o ex-prefeito de Aparecida, Maguito Vilela; o ex-prefeito de Trindade, Ricardo Fortunato; o ex-deputado federal Sandro Mabel; e o ex-senador Demóstenes Torres. Agora os episódios em que supostamente eles estão envolvidos serão analisados pelo Superior Tribunal de Justiça, que vai decidir se autoriza o não diligências que foram solicitadas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O que já se sabe é que a licitação da ferrovia de integração Oeste-Leste e as obras do novo Aeroporto de Goiânia também serão investigadas.

12 abril 2017 - 11:00
Marconi Perillo está entre governadores citados nas delações da Odebrecht

Dos 12 governadores citados nas delações premiadas da Odebrecht, três tiveram os nomes encaminhados para o Supremo Tribunal Federal. São eles Tião Viana do PT do Acre, Robinson Faria do PSD do Rio Grande do Norte e Renan Filho do PMDB de Alagoas. Os outros nove governadores tiveram os nomes encaminhados para o Superior Tribunal de Justiça. Entre esses, nove governadores está o governador Marconi Perillo. Agora o STJ vai analisar os pedidos de investigação e decidir se autoriza ou não o início das diligências que vão colher depoimentos e documentos. Os demais governadores que compõem a lista são dos seguintes estados: Espírito Santo, São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Maranhão, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Tocantins. O conteúdo da lista seria divulgado na semana que vem, mas foi vazado pelo jornal O Estado de São Paulo, o que acabou antecipando a divulgação oficial.

11 abril 2017 - 18:40
Fachin pode ter mandado investigar ministros, senadores e deputados

Matéria publicada hoje pelo jornal O Estado de São Paulo afirma que na lista de investigações autorizadas pelo ministro Edson Fachin aparecem nomes de 9 ministros, 29 senadores e 42 deputados federais. Ainda segundo a matéria, entre os alvos estariam Rodrigo Maia, presidente da Câmara, e Eunício Oliveira, presidente do Senado. O jornal teria tido acesso a despachos do ministro que foram assinados eletronicamente no dia 4. Desde o dia 14 de março, o ministro Fachin analisa os pedidos de investigação apresentados pelo procurador-geral da república, Rodrigo Janot, que se baseou em depoimentos das delações premiadas de 78 executivos e ex-dirigentes da Odebrecht.

11 abril 2017 - 16:40
Reforma trabalhista segue para o Congresso

A reforma trabalhista será apresentada no Congresso nesta quarta-feira. Algumas das mudanças propostas são a divisão das férias em até 3 vezes e o fim do imposto sindical obrigatório. Um outro ponto importante posposto é que as negociações entre patrões e empregados fechadas em acordos coletivos devem sempre prevalecer sobre a legislação trabalhista. Com a apresentação da reforma amanhã, começa a fase de discussão. A expectativa é que mais de 100
artigos da legislação trabalhista sejam modificados.

11 abril 2017 - 15:20
Governo anuncia mudanças no setor aéreo

O Ministério do Turismo comunicou hoje que uma medida provisória vai liberar o controle de empresas aéreas brasileiras por grupos estrangeiros. Resumindo, isso significa que grupos estrangeiros poderão deter até 100% do capital das empresas aéreas nacionais. O limite máximo da participação estrangeira era de 20%. No passado, o Senado foi contra essa ampliação alegando que a aviação regional e voos para destinos considerados pouco atraentes podem ser prejudicados. O ministro do turismo, Marx Beltrão, diz que a medida vai permitir que empresas estrangeiras façam novos investimentos no mercado aéreo brasileiro.

11 abril 2017 - 13:00
Operação Fratura Exposta prende ex-secretário de saúde do Rio

Mais uma fase da Operação Lava Jato foi deflagrada. A nova fase, batizada de Fratura Exposta, investiga um esquema de corrupção na Secretaria Estadual de Saúde durante a gestão de Sérgio Cabral. O ex-secretário Sérgio Côrtes e outras duas pessoas foram presas. Eles são suspeitos de participação em um esquema de fraudes no fornecimento de próteses para o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia. A estimativa da Receita Federal é que os desvios cheguem a R$ 300 milhões.


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